EUA e o racismo na América do Norte

18:18 - 2021/11/16

Apesar de os Estados Unidos proclamarem a liberdade e igualdade da humanidade, sua sociedade ainda carrega no sangue um vírus mortal chamado Racismo, uma doença que ainda persiste nas ruas, escolas e universidades norte-americanas, vamos ver agora o que foi mais eventos importantes, na luta contra o racismo.

Racismo na América do Norte

Uma das grandes doenças sociais de nossos tempos é o racismo, uma doutrina que geralmente enfatiza a superioridade de uma raça sobre outra, ou sobre grupos étnicos específicos. Essa definição hoje, no século XXI, constitui uma grande barreira para o desenvolvimento das próprias sociedades, contrapondo-se a acordos saudáveis entre nações e, em última instância, um ataque à consolidação de civilizações, então como direitos humanos junto da democracia.

Racismo

Esse fenômeno, que se supunha ser superado na história da humanidade, enraizou-se nos Estados Unidos, país que se afirma estar em vias de desenvolvimento, mas, ao comparar suas origens fundadoras entre a época de Abraham Lincoln e hoje, é não consegue se desvincular dos traços racistas que preocupam a todos e, o que é pior, escandalizam a própria sociedade pública mundial, com base nos crimes atrozes que têm como vítimas cidadãos afrodescendentes, geralmente nas mãos das forças policiais norte-americanas.

Em apoio a essa realidade insistente nos Estados Unidos, observa-se regularmente o assassinato de cidadãos afro-americanos nas mãos de policiais brancos, que geralmente não precisam enfrentar processos judiciais para responder pelos processos criminais que eles próprios abrem, arquivos que só residem na memória coletiva dos povos, e que fazem parte de um decanato da impunidade daquele país.Em junho de 2021, o massacre de 300 afro-americanos, arrasados da pior forma por brancos há 100 anos, foi lembrado em Tulsa, Oklahoma. Mas, esta comemoração ocorreu no quadro da posição inconciliável que se recusa a desaparecer do país.

É mais, alguns legisladores republicanos têm assumido a tarefa de aumentar a brecha racial, social e econômico entre cidadãos brancos e afro-americanos, por meio de abordagens discriminatórias, dadas na proibição que buscam implantar nas escolas públicas da "teoria crítica da raça", que defende a importância de examinar a história dos Estados Unidos sob um olhar crítico, para contextualizar como o racismo afetou sua sociedade e às suas leis domésticas.

Na verdade, o histórico de abusos policiais e seus massacres discriminatórios contra cidadãos afro-americanos faz parte dessa abordagem, apoiada em números que indicam que este setor é 2,5 vezes mais provável de ser assassinados do que brancos.Mas, a história do ódio racial nesta sociedade não é apenas feita de estatísticas, ela tem tradições que mostram uma toxicidade preocupante. Existem outros processos, como o caso Plessy v. Fergusson, registrado na calçada da fama pelos abusos americanos contra seus próprios cidadãos.

Esse caso está vinculado a uma decisão histórica, adotada em 1896, na qual a Suprema Corte dos Estados Unidos confirmou, nada menos, do que a constitucionalidade da segregação racial, sob a doutrina do "separados, mas iguais".Outro registro nesse prontuário foi o caso de Lynching, método em que muitos historiadores concordam como uma forma de controle social e racial, cujo objetivo era aterrorizar os afro-americanos para que acabassem se submetendo e fossem etiquetado de um nível inferior, forçando-os a uma espécie de "sub-humanidade", e conduzir a um tratamento desumano.Outro caso foi o das leis Jim Crow, que foi uma compilação judicial estadual e local para legalizar a segregação racial, que apoia a teoria crítica da raça.

Finalmente, na "Teoria Crítica da Raça", o movimento dos direitos civis também aparece neste trânsito.Este movimento esgrimiu na luta social durante as décadas de 1950 e 1960, para que os cidadãos afro-americanos tivessem os mesmos direitos civis do resto da população.

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