As palavras do Imam Khomeini sobre Alcorão e Ahlul bait

13:40 - 2021/02/08

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Leia-se: “Deixo com você as duas coisas mais valiosas: o Livro e a minha prole os quais jamais se separarão um do outro até juntara-se a mim perto da fonte (no Dia do Juízo Final)”. Está além das minhas capacidades dizer algo sobre a mais nobre condição moral, divina e gnóstica destas duas coisas, visto que seus valores abrangem toda uma gama que vão da terra aos céus e estão além da verdade espiritual, tão pouco pretendo tecer comentários sobre as imensuráveis perdas advindas da humanidade através de sua negligência. Também, não é minha intenção descrever detalhadamente as injustiças contra essas duas coisas valiosíssimas praticadas pelos inimigos de Deus e os tiranos. Desejo simplesmente algo que lhes aconteceu (o Sagrado Alcorão e a prole do Profeta).

Talvez a frase: “…os quais jamais se separarão um do outro” no dito acima mencionada implica que, após a morte do Profeta, o Livro e a prole do Profeta devem receber tratamento similar. Qualquer uso incorreto de um deles faz com que o outro sofra o mesmo insulto ou rejeição até que ambos cheguem ao Profeta e unam-se a ele no Dia do Juízo próximo à fonte, o que significa a fusão da pluralidade e unidade ou o desaparecimento de gotas no oceano. Pode também significar algo mais que está além da compreensão humana.

É preciso enfatizar que “Hadith Al-Thaqalain” tem sido citado como prova pelos Sábios Religiosos e pelos canoístas das seitas Sunnita e Xiita do Islam. Freqüentemente tem-se confirmado pelos Juristas Islâmicos em seus livros, como um dito autêntico e verídico do Profeta Mohammad (S.A.A.S.). É prova inegável para todos os muçulmanos, independente de sua denominação ou seita. Vejamos agora em que se tornou esta herança do Profeta do Islam:
Após o martírio de Ali (A.S.), os egoístas “Taghouts” e os tiranos insultaram o Alcorão Sagrado a fim de estabelecer regras contrárias a ele. Para conseguir isto, tiraram de cena os verdadeiros interpretadores do Alcorão Sagrado e aqueles que estavam cientes da verdade, cujos ouvidos ainda ecoavam a voz do Profeta quando dizia: “…deixo com vocês, as duas coisas mais valiosas…” Assim, o Alcorão, que devia servir de orientação ao homem na sua vida moral e material até o Dia do Juízo Final, foi posto de lado e o preceito da justiça divina, que foi e é um dos ideais deste Livro Sagrado, foi totalmente esquecido.

A deturpação do Livro da tradição divina e da religião de Deus, atingiu um estágio vergonhoso. Quanto mais esse projeto deturpado e falso avançava, mais o Alcorão Sagrado, que fora enviado em prol da humanidade, era levado ao esquecimento. O Alcorão foi revelado por Deus, o onisciente, ao Profeta Mohammad (S.A.A.S.) a fim de levar a humanidade ao seu estado de direito, salvar os frutos dos atributos divinos da tirania e do mal, instituir o preceito da justiça e equidade, além de conferir soberania a inocentes e divinos guardiões (A.S.) e autoridades, os quais em troca, possam levar o governo soberano às pessoas dignas e qualificadas. Nas mãos dos governantes opressores os clérigos muçulmanos pecaminosos que eram mais decadentes que os governantes despóticos, o Alcorão Sagrado foi usado como instrumento de opressão, crueldade e corrupção e deturpado para justificar atos de tirania cometidos pelos inimigos de Deus.
arresala.org.br

No início deste prólogo, parece ser conveniente e apropriado comentar rapidamente sobre o bem conhecido e autêntico dito atribuído ao Profeta do Islam, Mohammad ibn Abdellah (S.A.A.S.), isto é, “Hadith Al-Thaqalain”.

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